É por demais simplista atribuir a volta do EcoSport à liderança do mercado na primeira quinzena de janeiro à pura e simples “preferência popular” em relação ao Duster.
Primeiro, porque como a Renault havia previsto 2.500 unidades por mês e vendeu quase 4.000 nos dois últimos meses de 2011, está ocorrendo um desabastecimento.
Hoje quem for a uma concessionária e quiser escolher uma versão específica pode ter de esperar quase dois meses pelo carro. Por outro lado, a Ford está com uma política bastante agressiva de preços.
Se meses atrás a versão FreeStyle do EcoSport saía da concessionária por R$ 57 mil, hoje ela é vendida por R$ 51.990 à vista, financiada em 60 parcelas de R$ 751, com entrada de R$ 25 mil e pagamento da primeira parcela somente em abril.
Ou seja, uma briga de foice – que só tem a beneficiar o consumidor. Como, aliás, deveria ser sempre, inclusive entre nacionais e importados.



Desde o lançamento dos primeiros carros, os fabricantes faziam emblemas tanto para identificar o modelo do carro, quanto para identificá-los. Essa prática vem até hoje e segue fazendo sucesso. Eles são feitos com os mínimos detalhes, e deve ser por isso que eles ficam tão bonitos.













